domingo, 24 de março de 2013

Alma - 10000 V.

10.000           10.000          10.000                   VISITANTES            10.000          10.000          10.000

Em Inglês talvez se compreenda melhor como o Blog atingiu hoje as 10.000.


Tenho que dizer algo sobre isto nem que seja que foram atingidos as 10.000 visitas ao Blog.

A C (Antes de Cristo) isto não seria  possível.

domingo, 10 de março de 2013

Alma, Viva com 50 anos. Comemorações.


Comemorações do cinquentenário. 


A Alma não ocupa espaço no tempo, nem existe. 

Mas psicologicamente, fisicamente existe a meio século. 

São as comemorações dos 50 anos de Vida desta alma que eu conheço. este ano vou entrar em festejos, todo o ano, todos os dias, vou comemorar os meus 50 anos, como se fosse a primeira vez. Neste momento já me estava a preparar para gritar ao mundo que estou vivo. os meus neurónios corriam e traziam mensagens do exterior. Há tempos dos tempos que eu vivi que nada sei, que não me lembro de mim. nem de ninguém. Há outros que foram ontem e que me parecem que já aconteceram noutra época e aqueles que foram a tempos longe demais mas que me parecem terem sido a tão pouco. Quantas vidas eu vivi nesta minha vida? Em quantas vidas vou eu ainda viver? Sei que sou eu com a ajuda dos outros, todos fazem parte destes 50 anos. 
Todos, não guardo rancores, apenas recordações, memórias, de rostos, de cheiros, de lugares, de momentos. que viveram em mim sem eu o saber para ser o que sou hoje. Hoje, este ano faço 50 anos de vida, meio século de existência e estou muito orgulhoso por ter vivido sendo eu. Tudo fez parte da minha vida, os bons, os maus momentos, a dor, a alegria, a tristeza, a desilusão  a surpresa. o chorar, o rir, ganhar, perder, esquecer, lembrar. sofrer, amar. Tudo isto fui eu nem sempre fui o que esperavam de mim, nem a família, nem as normas, nem o mundo. Mas sei que bem o mal sempre fui eu. Uns não gostaram muito, outros enfim. Outros esperavam mais de mim, sei lá porquê? porque assim pensavam ou porque a sociedade assim o exigia. Houve erros, muitos erros mas mesmo esses sei que fui eu e que me fizeram o que hoje sou. E sei viver dentro de mim, estou bem comigo. Amo a vida, tal como ela me ama a mim. Pois somos uno.
Tenho previsões e ambições, tenho projectos de trabalho, de família e individuais. Tenho alma. sei o que é um dia não ter nada, sei o que é julgar que se tem tudo. Penso que sei. Mas sei que ainda me consigo surpreender a mim próprio e a vida também me surpreende e me atrai. sou feito desta genuinidade. Quer se goste ou não. Já me julgaram, fizeram-me inventários. Já pensaram por mim sem serem eu, já de tudo tentaram. A minha resiliência vai ao sabor do tempo indo e vindo. sou tão humano como outro qualquer. 
Este ano estou no momento exacto e no local certo. Nada poderia ser diferente. Tenho muito projectos até 2017, Vou tentar ganhar 5 campeonatos de seguida, penta, já ganhei o de 2012, 2013 vou bem classificado e é para ganhar. Depois bem vou fazendo etapa a etapa, um dia de cada vez. Sempre, Sempre Um dia de cada vez. Agradeço a vida a possibilidade de fazer 50 anos, este ano. 
Começaram as comemorações dos 50 anos de vida. Dia 07 de Abril, realiza-se este facto e pelo ano a dentro irei continuar a comemorar a vida.

Em 1963 as coisas eram o que eram, assim, aparentemente:








Em 2013, as coisas são o que são, assim:








Venha o futuro que eu aprendi a viver no presente: As imagens da vida estão dentro de nós.

*Álvaro Carvalho, 2013. 50 anos de vida.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Alma viagem no tempo. No Caminho.

Vou me vestir para a Batalha, novos cruzados, sem religião.

Álvaro de Carvalho, último cavaleiro da Ordem de Santiago sepultado no castelo de Palmela. E está sepultado com sua esposa porque:
Reza a história, assim:
Os Cavaleiros de Santiago, chamados Santiaguistas ou Espatários (por ser o seu símbolo uma espada em forma crucífera – ou uma cruz de forma espatária, dependendo do ponto de vista), fizeram votos de pobreza e de obediência, mas, seguindo a regra de Santo Agostinho ao invés da de Cister, os seus membros não eram obrigados ao voto de castidade, e podiam como tal contrair matrimónio (alguns dos seus fundadores eram casados). No entanto, a bula papal recomendava (não obrigava) o celibato, e os estatutos da fundação da Ordem afirmavam, seguindo um princípio das cartas paulinas: "Em castidade conjugal, vivendo sem pecado, assemelham-se aos primeiros padres apostólicos, porque é melhor casar do que viver consumindo-se pelas paixões".

Eu não fiz votos nenhuns, não digam coisas de mim que não fiz, nem preciso de fazer. Vamossssssss que o Caminho de Santiago é longo e estou a percorrê-lo de novo.


http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/6352.pdf

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Alma - O tempo em que vivemos sem querer.

Hoje, anda por aí qualquer coisa de um amanhã.
Hoje, por ai, anda um pouco do amanhã. Sem sombras à dúvida, não vá a dúvida ter sombras. A adição ao caos, lembra um cais de onde se parte sem saber onde chegar. Que onda pode levar o rumo traçado numa carta que se orienta a norte. Que cais vazio quer recolher um navio que lá vai amarrar, para ficar. O vazio não se agarra a nada, nem a liberdade, se quer vaidosa. A liberdade não está agarrada ao nada, é desprendida e vouga  à sua e na sua bela ou feia vontade. Aqui se levanta uma bandeira de direitos sobre a liberdade  o sangue de uns faz a vontade de alguns. Esta geração luta sem culpa, pois está a levar o bardo da sentença pronunciada em liberdade, que está em morte lenta, à espera da penitência, valha-nos a santa paciência, que sempre é melhor de que a santa inquisição, disfarçada nos dias de hoje. 
Antes, noutros tempos, noutras vontades, no tempo, com se dizia, da outra "senhora", pedia-se entre murmúrios e preces, esperava-se o "salvador". Hoje, depois de Zaratustra, já não há heróis, nem omnipotência, apenas a razão e mais ainda, na actualizada informação, as Emoções é que comandam a inteligência. 
Diz-se, por aí, que vai haver uma revolução, que o Homem está cansado da sua culpa e da sua ambição, Nesta marcha de pinguins, os filósofos do caminho tinham. nesta "Huis clous", a consciência da verdade, visionários, de que o porquinho, mealheiro, está cheio. Sem saída o Homem virou-se para e contra o homem. Mas, como vou eu continuar a pagar a minha electricidade, se eu e tudo o que me rodeia depende da Luz. Levámos a letra, o principio de que a vida depende da Luz. Hoje cheios de tudo não temos ponta por onde se pegue, nem pontes para a outra margem, porque caminhamos perdidos na multidão, juntos conseguimos o que não somos capazes. E os tempos são de preocupação, é que um homem sozinho é muito mais perigoso de que um grupo. De Geocêntricos a Egocêntricos, fomos apanhados nesta espiral onde o túnel do desconhecido já não mete medo a ninguém, pois o Homem caminha só, na sua emancipação e não há saída, vamos ter que viver com o caos revolucionário, que nós preparamos para acontecer. Marchemos, marchemos, em silêncio, mostrando indignação mas continuando nesta avareza, a queremos ter tanto, quando temos tão pouco. Amanhã, poderemos ver que, o passado podia ter sido diferente se não tivéssemos aprendido a trabalhar mais, com luz de noite, para podermos pagar o nosso bem-estar. Andamos todos a procura do mesmo. 
Os Epicuristas estão frustrados e inibidos no prazer de viver o Só Por Hoje. Porque sem amanhã um homem é um clochard da vida. Naquele último cais, vi partir uma nau que ao vento estendeu as velas, rumando ao desconhecido, onde novos mundos esperam por nós. Não sabemos bem é o que nos espera, desde que não seja o mesmo, talvez sejam bem melhor. Talvez?
Haja amanhã onde hoje não há presente. Talvez!

*Álvaro Carvalho, 2013.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Quem não tem cão, não tem medo? Alma, não é o Corpo.

"Quem Tem medo que compre um cão?"

Ele estava no café, mais para ler o jornal do que para tomar o seu café. E, numa conversa de café, porque sim, os cafés têm conversas, que não são só, sobre o café. Ouviu, como quem não queria ver, uma frase de que chocalhou os sentidos. Que o arrebitou. De sentado que estava, saiu para a rua decidido, e aquela frase não lhe saia das orelhas, visitou a sua memória e lembra-se de em pequeno ter tido um cão, que não era bem dele, era mais de um vizinho. mas que ele tomou como seu porque lhe fazia festas de longe quando passava por perto dele. Isso era a sua maior conquista ter tido um cão sem ser seu. Era um natural budista, sem saber que essa era uma filosofia de vida, de busca tão intensa, que ele assim, de tão natural antes de o ser já o era. De filosofia só sabia que havia, na rua do lado uma Sofia que era do Phil, porque se chamava Filipe (Ele brincava com o seu inglês - How Do You Feel? I Phil Collins, que ele pensava ser uma figura bíblica porque ouviu falar em Genesis e que sem o Gabriel, que ele pensava ser um Santo, não era a mesma coisa). Sem fugir da frase que incomodava o seu Ser, a obsessão aumentava e os pensamentos sucediam-se uns antes dos outros e outros até vinham depois por repetição. "Quem tem medo que compre um cão". "Quem tem medo que compre um cão" - Medo? esta frase atormentava-lhe o espírito que caminhava dentro do seu corpo. Mas medo de quê? De ficar sem trabalho ou de ficar sem saúde. Será a consciência um acto falhado do medo, que se reproduz para sobreviver. O medo de viver sem se ser reconhecido, o medo do anonimato, O medo de tudo e o medo do nada que se chama solidão. O medo de não conseguir, como se conseguir algo fosse ser alguma coisa. Faço parte de algo que é maior que eu , o que no meu inconsciente significa melhor que eu. Ele nunca tinha ouvido falar da ofensa Cosmológica a Humanidade. Pois, na sua rua, em miúdo quem mandava, eram os maiores que lhe roubavam cromos, quando ele apenas queria troca-los, todos tem direito a fazer colecção, mas os maiores, como o Badocha e o Zé Grande, acabavam sempre as colecções primeiro. Ele como não percebia dessa coisa do medo, ficava sempre sem alguns porque queria mostrar, orgulho dizem uns, vaidade dizem outros, os que tinha conseguido adquirir com as sobras do troco das compras. Ele apenas queria ver os cromos e sentir esse prazer de abrir algo que se desconhece o que está lá dentro, tal como conhecer uma pessoa ou abrir a caixa de Pandora. Aprendeu a andar sozinho, sem perceber que os amigos também servem para isso, para se saber quais são os nossos inimigos. Sozinho, nunca se sentiu, por não lhe explicaram que ter companhia era coisa de gente extrovertida e que socializar fazia crescer, mas ele crescia sozinho, sem se aperceber, só percebia era que as calças iam ficando curtas e e que as mangas encolhiam. Piaget nunca esteve com ele para lhe ensinar que Vigotsky tinha ou não razão, que os dois jogavam melhor, tal como Freud e &. Um dia o cão desapareceu e o seu dono também e tudo isso aconteceu porque resolveu mudar de cidade e viu-se no meio de uma multidão de gente perdida em confusão num Hard-Work enquanto ele preferia mais o Hard-Rock. Agora que tinha voltado ao passado e que viu tudo a preto e branco, o seu coração sentia, o que todos os corações sentem, mas há por aí gente nova que diz que o coração não sente, se o diz é porque nunca tiveram o coração a bater ou a apertar. Na sua lógica se o coração deixa-se de bater, ele deixava de sentir e como o seu batia, ele não se preocupava com os sentimentos, que hoje andam confusos numa luta com as emoções, internas e externas. Ele, que, como sempre teve tudo, cresceu, assim, sem precisar de nada, mas não sabendo ter tudo, ficava confuso com a lucidez dos ensaios que se escreviam na cegueira de um dEUS menor que se fez mAIOR do que a pobreza dos ricos que violam a riqueza dos pobres. Os miseráveis feitos em canção para a alma não sentir o amargo sabor da fabrica de chocolate, pois tudo tem um preço e o preço certo é mais gordo que a fantasia de se poder trocar algo, sem se querer algo em troca. Perdido, pois perdeu-se nestes pensamentos enquanto a frase continuava: - Medo? Cão? Bem, teve que tomar uma decisão e com não tinha cão resolveu ter medo. E assim passou a comprar mais roupas, mais comida, mais segurança, e comprou medo e mais medo e até seguiu os outros com medo de tomar decisões em vez de aprender com ele. O conformismo tornou-se tão evidente que é preciso ter um canudo para se poder ter alguma credibilidade na sabedoria. A norma actualizou o seu estado e reduziu, o todo a um nada. Eles caminham pela trela e levam o seu cão a rua, assim não têm medo. são os humanos que se esqueceram de crescer. cuidado com a alimentação, cuidado com o STOP, cuidado com as finanças, cuidado com o cão, cuidado com a verdade. Enfim, assim que resolveu que também ele podia sentir medo ficou sozinho na sua igualdade com os outros. Sou sem dúvida mais Sansão, ou Ulisses. As minhas aventuras são as minhas vivências e sou apenas eu, porque sou assim. Para mim é tudo muito simples e resumo isto tudo a duas letras; de A a Z. Esse é o caminho mais percorrido, tal como o de Santiago. Vamos, porque vamos, e isso basta-me. Mas eu vou porque tenho aquelas razões desconhecidas para seguir, este caminho não tem fim. Óptimo! assim posso tentar descobrir. A curiosidade e a surpresa são as minhas motivações mais intrínsecas.
Deixei sentir o momento e, em arte contemplativa, senti os olhos da vida que há em mim.

* Se o risco for comprovado, o corpo entra em estado de alerta e se prepara para fugir e lutar. Mas veja bem! Talvez, também resulte uma mudança. 

*Álvaro de Carvalho, 2013

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Alma que escreve não é surda

Hoje vou escrever nem que seja qualquer coisa de muito estúpido  O homem estava estupidamente entupido. Sorriu a um acaso perdido na primeira lua da manhã. A árvore caída perto da cachoeira fazia lembrar o raro momento em que os pássaros voam. Eu acho que eles voam sem saberem. O gaivota com seu charme marialva fazia corar a Arminda coxa, que se mantinha de pé apoiada num tripé. O seu amigo, o mais temido de todos, deixaram de lhe chamar o gordo foi coisa de ginásio e de muita novela de faca e alguidar, hoje é segurança da CP e nas horas extras acompanha um bar de sub-alterne. O estúpido da coisa é a coisa em si mesmo. Não há chão que não dê passas, nem lavagem automática que não seja manual. A sra careca, porque lhe caia o cabelo pelos ombros, lavava-se no mesmo tanque onde já beberam cavalos. E as lavradeiras nunca mais apareceram porque casaram com os donos das tabernas. O circo acampou numa cidade honesta e o rapaz vendeu pipocas para se lembrar de recordar. Sem sombra de duvidas porque há duvidas que vivem na sombra, o xico ceguinho que até via bem, disse na sua gaguez: eh lá! Então por ser curto e grosso o sacristão, assim se chama por causa da crista que era um aselha pois não acertava nunca no pneu de um carro mas mais nos seus sapatos, propôs que fossem a Fava que era do estilo da Rossete que não tem papas na língua e que apenas faz o que faz porque a mais não é obrigada. De nada, pensou ele e com nada hão-de ficar se deixarem os camones andarem por ai, por aqui e por acolá. O zarolho que via mal de um olho nunca entendeu bem das coisas, da escola, da amizade e do coração, casou virgem e virgem ficou até que a mulher lhe apareceu gravemente gravida de um espírito qualquer que com a viola a encantou e lançou-lhe o velho feitiço da serpente. Um dia todos eles que não se conheciam emigraram e aprenderam que em Portugal também há praias, becos e ruelas onde o fado é quem mais ordena. Nas ordinarices publicas, a conversa passou de banal a frágil  E a pressa em passar também fez parte de esse movimento, onde o manfias, rapaz magro e de unhas escurecidas, se fazia notar ao comando da banda de-lá que era o seu bando. Um acabou na GNR, não foi preso mas fardou-se com 18 anos, e escondeu-se num bigode que era a sua forma ou má forma de ser, porque ele não ia ao ginásio. Não lhe apetecia fazer nada já que nada sempre era mais do que não saber o que fazer, que é uma das piores sinas que se possa ter e trazer na lapela do casaco vestido no rigor da missa que não vai nem a metade. As esquinas já esquecidas do rendez-vous. Entraram pela janela, porque a porta não foi fechada e o que os acusou foi um pedaço de papel escrito em segredo do Camané que era filho do leiteiro para a cegonha, que um dia havia de vir de Paris, tal como veio o leiteiro e o carteiro. Traz carta para mim, perguntava bem alto a ti-chica que sempre viveu sozinha e que nunca teve pai nem mãe. Era filha da rua e da vida tal como tantos outros que esperam em fila a sua vez. Hoje como não se passou nada, não há nada para fazer, nem uma pequena chatice. Hoje como não tinha nada para escrever, resolvi deixar assim a triste história de uma manhã que esperava a lua para se ir deitar.

Alvaro Carvalho,

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

A Marcha dos Pinguins

A Marcha dos Pinguins ou onde está o Wally?

Novo Ano e os pinguins continuam a sua marcha. Numa ida e volta. Procuram a alimentação para as suas crias, enquanto que as escolas descuidam os seus filhos na aprendizagem e os preparam para a marcha. The Wall procura o Wally, ainda vive no consciente do racionalismo. Assim se procura numa dose diária o alento e a realização de desejarmos o milagre do pão para o regresso do humanismo que apenas se poderá realizar já não pelo maquinismo, esse escravizou o operário, enquanto o tecnológico de tornou burguês. ninguém está indiferente ao que não acontece mas na realidade tudo se repete, até o novo intante já é velho de Si. No cheiro do alheio se vive, na diferença e indiferença. Ano após Ano os pinguins voltam a sua marcha pensando que é um ano novo. Quem é que não viu este filme e se sente tão comovido peo amor à vida.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Novo Ano - Nova mensagem

Atenção! Atenção! Aviso de última Hora. - Você tem uma nova mensagem. 

Atenção! Atenção! Aviso de última da Hora - Você tem uma mensagem nova:

- Acabou 2012 e vai começar 2013.
- Acabou 2012 e começou 2013.

Esta mensagem será guardada, durante um período infinito no tempo.




Também achei que era importante dar a conhecer o calendário de feriados na Índia, não vá alguém querer saber. 
Como podem reparar, temos feriados como 10 Março; dia do Maha Shivratri, ou o de 09 de Agosto, dia de Id-Ul-Fitl. E entre muitos outros, o tão famoso dia 16 de Outubro; dia de Bakri Id. 

Não entendo é, porque que têm o dia 25 de Dezembro feriado de Christmas.




terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Alma que não vê, não se percebe.

Onde está O Menino Jesus? 
Está escondido? Ou anónimo?

O Tobias acredita que o Natal é o momento, onde se vê que não crescemos assim tanto nas dúvidas e angústias existenciais. Estivemos à conversa numa mesa de café, eu sentado numa cadeira qualquer onde se sente qualquer um e ele, sem trela, sentado, no chão, com um olhar de piedade, como quem quer comer o bolo que eu estou a comer. Café, ele não gosta, nem fuma, não tem vícios, nem saturados, é natural. Tivemos a discutir sobre uma revelação que o Tobias me fez: Eu quero ser o menino Jesus. Disse-me ele assim do nada. Só quero ser o menino Jesus. Porquê? Tobias, porquê? sempre a querer furar as tradições e a mexer nos valores, conforma-te contigo e aceita-te tal como és. Larga o teu egocentrismo e a obsessão de seres sempre diferente de ti mesmo. Tobias com um latido interrompeu o meu pensamento e de forma simples acrescentou. - Não é nada disso! Eu só quero ser o Menino Jesus, porque esse não cresce, é como o Peter Pan. Fiquei preocupado com tal afirmação e com a doença da humanidade nos seus desejos e medos mais íntimos  Se o Menino Jesus, não cresce talvez a humanidade e a questão do Ser seja uma esquizofrenia colectiva. Tipo "Uma Mente Brilhante". Brilha, brilha lá no Céu a estrelinha... associação livre ao desejo de partir, da necessidade de esconder os Velhos do Restelo de nós, em nós? Olha para o Céu estava estrelado ... não esteve sempre mesmo em dias de nevoeiro. Não podemos tirar o que lá está, mesmo que não vejamos, mas está lá. Talvez que está falta de compreensão da necessidade de um espírito natalício  seja o redimir do egoísmo. Para todos um bom Natal. Para todos? ou para todos nós? 
Não será melhor manter o menino jesus no anonimato? Ou será que a frase foi trocada e queriam era dizer que era o menino de Jesus? Oh! O menino é o filho do Jesus? Quem nasceu? Foi o menino de Jesus, porque ainda não lhe tinham dado um nome. E Tobias, deixa lá isso, não comas isso que está estragado. Tobias! Aqui! já! anda! E lá fomos nós sem perceber muito bem porque é que o menino jesus não cresce. 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Alma - As coisas que aprendemos com a mentira

Como não aconteceu nada de especial também não vou escrever nada de especial.

Bem tal como disse vou escrever sobre o fim do mundo e sobre Bugarach. E como de um pequeno rumor, logo fazemos um facto real e com ritual. O mito do fim, para mim não é um falso mito, mas apenas uma real constatação de que o mundo tal como o conhecemos já acabou. E, é verdade sem dúvida que o mundo tal como eu o conheci já acabou e vai acabando de cada vez que eu o olho com olhos de ver e com consciência da realidade. O próprio mundo de hoje amanhã terá acabado e será uma nova perspectiva. Estamos cheios de crenças e de paradigmas racionais, e em parábolas e dignas de uma inconsciente condição humana. Tal como a programação o diz:
O inicio do fim pode ser o fim do inicio, e é muito importante continuarmos a ter as pausas para almoço e jantar, coisa de necessidade da sobrevivência da espécie. Enfim, Bugarach, é hoje famoso por terem acreditado nos Maias. E os Maias são famosos porque já não existem. Mas como se pode acreditar numa população lendária que não foi capaz de se manter parada nos tempos e que foi engolida pela civilização evolutiva da espécie. Continuamos a acreditar que as mentiras alimentam o medo e que somos menores e maiores que o tempo e que a vida. Nem sabemos dar valor a nossa existência porque continuamos com medo de existir. Coisas da moral e da religião.
*Álvaro Carvalho

domingo, 16 de dezembro de 2012

Alma-viajei num comboio que estava parado.

Viajem num comboio que estava parado.
Como não tenho escrito nada, não vou escrever sobre o nada. 
Mas sobre as minhas visões do dia a dia. Tenho andado preocupado com a greve da CP. Os comboios andam suprimidos. A supressão leva a anulação, ou seja, a identidade da CP - Caminhos de ferro de Portugal, perdeu-se no tempo e hoje não existe. Apenas há alguns comboios que viajam fantasmas pelo tempo. Uma companhia, sozinha, que apenas serve o interesse dos seus funcionários. Pois os utilizadores são lesados. Eu sou capaz de estar sentado a espera de um comboio que não há. Nesta marcha dos pinguins. tive uma ideia ou um acto de revolução: - e se ninguém viajar nestes comboios do dia a dia. Talvez estes funcionários não tivessem mais direito a ordenado e a subsídios  Nos tempos que correm a CP que se considera a si própria um luxo, devia sofrer as consequências. Os utentes deviam fazer greve aos transportes públicos, à CP, durante 3 meses. Ou então podemos todos passar a ter um part-time, como máquinistas, revisores. 

Suprimido, deve estar ligado a, deixe-se estar, não escute e não olhe. E como os comboios já sabem ler e como a placa diz que o transito pela linha é proibido, então eles inibidos   esperam que os sinais do tempo venha restabelecer a ordem, numa nova ordem que será o fecho da CP, para uma empresa particular e que os funcionários sejam reformados com muito boas condições. Há um interesse de muitos, de todos, os que lá estão menos dos que precisam de continuar a viajar e que não podem parar no tempo. Se precisarem de mim posso fazer um par-time, ok?

* Álvaro Carvalho, Dezembro de 2012. Algumas horas antes do fim do mundo da CP.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Aquele tempo era o seu tempo? O segredo está nas tuas mãos.

O Tempo está nas minhas mãos.
(ou brincando com o tempo tal como ele brinca comigo)
Haverá um tempo, em que o próprio se vai encontrar consigo e sem resistir ao tempo será aceite só por o ser. O tempo será um tempo sem tempo. Sem tecto, sem abrigo, sem solidão, sem existência. O que vai sendo esquecido torna-se perdido nas memorias, nos silêncios onde se sente a brisa do tempo que por cá se faz ou do tempo que se vai. Apareceu o tempo desconhecido de Si e sem o saber deu-se a conhecer aos que tinham tempo para o encontrar num murmúrio enternecido na voz muda que se rendeu ao tempo em que não se sabia nada dele. Noutros tempos, noutras eras o tempo fugia de Si mesmo com medo de se encontrar numa esquina, onde o beco não tinha saída, sim porque ninguém dá a volta ao tempo. O tempo volta por si só. Não existe solidão no tempo apenas saudosismo do tempo que se esqueceu de se despedir da sua viagem no tempo. Naquele tempo, o tempo partia rumo ao futuro deixando para trás o tempo de um tempo passado no qual ele não se queria reconhecer por lhe ser estranho, estrangeiro viveu no absurdo. O tempo é esse estrangeiro que me visita que se senta a minha mesa que me faz de esquecido apenas para me lembrar que tenho tempo, muito tempo, Tenho todo o tempo de uma vida; - Disse o tempo de ele para si próprio. Serei assim tão breve ou tão importante para mesmo assim insistirem em viver comigo, no meu tempo, sem tempo ou com tempo a mais, do que o permitido pelas leis da vida. Entregamos a nossa vida ao tempo com medo de nos esquecermos de ser e estar na nossa vida. como posso Ser se não há tempo perdido, nem memorias esquecidas, apenas há um tempo desconhecido de mim que me torna vivo e presente sem fim, de um tempo, que sem saber como vai ser, já o sou. 
Vivo no tempo que o tempo me permite viver. 

Tenho o tempo nas minhas mãos.

Livre, o tempo partiu e sem tempo ficou para completar a sua obra, Não há tempo disponível nem previsível  tudo neste caso depende do tempo e da importância que lhe damos. damos o real valor ao tempo ou prendemos o tempo na nossa existência?
Eu não uso relógio, é verdade não tenho tempo para isso.
Mas se estás confuso com o tempo, olha para o tempo que ainda tens. Tens tu tempo para seres tu próprio?

*Álvaro dos Santos Carvalho, 2012.

domingo, 11 de novembro de 2012

A Honestidade é uma Falsa Crença?


"PEDIU AJUDA PARA O "BRAÇO", QUANDO NA VERDADE LHE "DOÍA" A "PERNA".
 SAÍU COXO DO TRATAMENTO."

Hoje a grande capacidade, dos meios de diagnostico, ao dispor do terapeuta e a panóplia de Técnicas de Intervenção, bem como as Êquipas Multidisciplinares, permitem uma "visita" compreensão mais holistica, do que procura um tratamento e uma resposta à pergunta que temos quando adoecemos; «Só sei que não estou bem» ou então está em negação: 'Não pode ser assim tão grave». O técnico não se pode desresponsabilizar na interacção com o paciente.

Temos, a percepção que queremos, do problema, é apenas a nossa percepção, e sem o principio da "tábua rasa" estigmatizamos o outro, julgando-o na doença porque as patologias são variadas e tal como Freud predisse o retirar de um sintoma pode fazer reaparecer outro. Se soubermos ler o lapso tudo é um pedido de ajuda.

*Álvaro Carvalho, 2012

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Ultima Hora e a sua patologia


A última da hora ou a última hora?

As horas esperam o tempo que for preciso, hora a hora o tempo vai-se tornando real. Ao mudar a hora mudou-se o tempo pois está mais frio. O tempo estava a espera que a hora muda-se para se mudar também.
Atrasou-se a hora e assim todos nós percebemos que é Outono que é um tempo antes do Inverno. Vai ser mais uma vez Natal, tal como passagem de ano, nada vai mudar a não ser a hora. Um ponteiro andou um segundo e passou de uma hora para a outra, novo recorde do mundo. O coelho de Alice já não é preciso, esgotou o seu tempo a procura da mudança que nunca chegou a acontecer porque claro esta ele estava em tempo a frente e passava pela hora sem se atrasar. O mistério do conto está na elaboração da fábula que se quer contar e assim se conta as horas a espera que o tempo passe tal como passa por nós tudo aquilo que não vivemos ou não soubemos desejar nos nossos sonhos. Houve um tempo em que a hora não mudava apenas mudava o eu, na realidade sou eu que mudo porque acredito no tempo que se faz passar por mim, tempo passado, pretérito perfeito da imperfeição de um dia onde o tempo não voltou para trás apenas a hora se atrasou, porque lhe pediram assim seria mais clara a noite e o dia começava mais escuro. Não houve tempo em que a hora não estivesse atenta num brio profissional de quem se quer fazer notar por aquilo que não sabe fazer é que a hora não sabe fazer minutos, e são precisas várias horas para fazer um dia. Como a hora não muda se não mudar o segundo, o tempo esse vive-se então em cada segundo pois este tempo que acabou agora de passar por mim já não o apanho mais, foi-se perdido no tempo, esquecido no segundo onde a alguns minutos atrás tudo parecia diferente. Nada muda se não mudar o segundo.


É de notar que última hora já não quer dizer isso mesmo mas o que acabou de acontecer. Não há-de de hora andar confusa se lhe pendem para estar a hora e depois que pedem que se atrase.

O Jogo lúdico e a patologia do Jogo


A relação com os jogos a dinheiro

24 de Outubro de 2012 às 13:55
Comentários3


Iniciamos a nossa intervenção neste sítio, fazendo ressaltar a importância da classificação dos três níveis distintos de relação com os jogos a dinheiro. Pretendemos assim, definir de forma sintética, por um lado os âmbitos da patologia do jogo como transtorno da conduta (jogo compulsivo ou patológico), que deve ser tratado por profissionais de saúde, e por outro, os âmbitos da normalidade do jogo como conduta prazenteira e lúdica.
Essencialmente, podemos encontrar três níveis distintos de relação com os jogos a dinheiro, com diferentes consequências para as pessoas jogadoras.
Num primeiro nível, encontramos o jogo social ou responsável em que se incluem aquelas pessoas que jogam para se divertir ou que o praticam como forma de socialização. Estas pessoas utilizam o jogo como mais um recurso do seu tempo de ócio e controlam o seu tempo de jogo e o dinheiro que utilizam para jogar. Praticam o denominado jogo social ou jogo responsável. Esta é a forma de jogar da maioria da população.
Num segundo nível, podemos observar o jogo de risco ou jogo problemático, onde se agrupam aquelas pessoas que têm uma relação com o jogo que, por vezes, pode comportar riscos e problemas. Dependendo da gravidade dos critérios que estas pessoas cumprem, a perigosidade da sua relação com o jogo varia. Este nível, agrupa dois tipos de pessoas jogadoras:
  1. As pessoas que praticam um jogo de risco: quando jogam procuram obter um nível elevado de excitação e, às vezes, jogam acima das suas possibilidades económicas (Jogo Excessivo);
  2. As pessoas que praticam um jogo problemático: deixam de distinguir a ligação entre valor e dinheiro e podem chegar a cometer ilicitudes de vária ordem e mentir para jogar.
E, finalmente, num terceiro nível, encontramos o jogo compulsivo ou patológico, onde estão aquelas pessoas que convertem o jogo no eixo central da sua vida, o que lhes provoca consequências negativas e permanentes, tanto ao nível do âmbito pessoal como familiar, laboral, social, etc.. Para além disso, e apesar de que são conscientes dos problemas que lhes causa jogar, não podem deixar de fazê-lo (perdem o controlo da sua conduta de jogar) e jogam mais para reduzir ou evitar a ansiedade, que surge se não jogam, do que para usufruir do prazer do jogo. As pessoas nesta situação, tornamse dependentes do jogo.
Jogo Responsável. PT
Pesquisa de Luis Rebordão


Ler mais: Blog de Jogo Responsável - A relação com os jogos a dinheiro http://pokerpt.com/blogs/jogo-responsavel/a-relacao-com-os-jogos-a-dinheiro#ixzz2AiGKue8P
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domingo, 16 de setembro de 2012

Com estes olhos a sociedade manifestou-se hoje pôr esta condição.

Gedeão disse um dia - «Os meus olhos são uns olhos e é com este olhos uns que eu vejo escolhos onde outros com outros olhos não vêm escolhos nenhuns»
A minha capa é apenas uma imagem que visto em nome da falta de liberdade que se têm sobre a vida. Esta é a realidade de muitos, muitos que só mo seu desespero procuram alento no mar, numa côdea de pão e precisam de um banco para dormir. 

Est
e, é um caminho que muitos vão ter como destino. Os que o fazem por opção estão assim curvados mas com um sorriso de paz na alma da sua consciência, nunca estiveram sós porque são os homens da vida. A Alma alcança sempre os seus desejos e as angústias são quando não estamos no caminho que esperávamos, principalmente quando a nossa auto-estima depende do reconhecimento dos outros, das expectativas das convenções sociais. O Homem é sempre ele desde que siga o seu sonho. Um clochard não é um mendigo feito pela vida, nem pelo poder económico é por vezes alguém que perdeu o seu emprego porque lhe passaram por cima, porque foi enganado ou porque simplesmente não quis mais. quem Têm coragem de admitir que na vive a vida que escolheu e que se condecora de objectos para poder pertencer na sua existência. A futilidade da obra está na mentira em se dar aos outros a beleza que tanto necessitam, assim apareceu a arte, a cultura e o Homem com medo de estar só na hora da morte ou na sua existência. 

Chateau Clochard

Depois de passarmos por aqui talvez seja esta representação que fica de nós.

Hoje, sei e quero esta consciência que é apenas a de ter a esperança de viver apenas mais um momento de cada vez, como se fosse o último. 

O que estarias neste momento a fazer se fosses livre?

Álvaro Carvalho, Setembro de 2012.


terça-feira, 11 de setembro de 2012

O poderíamos ver como a alma que busca?


Combater a Opressão. 
É certamente admirável o homem que se opõe a todas as espécies de opressão, porque sente que só assim se conseguirá realizar a sua vida, só assim ela estará de acordo com o espírito do mundo; constitui-lhe suficiente imperativo para que arrisque a tranquilidade e bordeje a própria morte o pensamento de que os espíritos nasceram para ser livres e que a liberdade se confunde, na s
ua forma mais perfeita, com a razão e a justiça, com o bem; a existência passou a ser para ele o meio que um deus benevolente colocou ao seu dispor para conseguir, pelo que lhe toca, deixar uma centelha onde até aí apenas a treva se cerrara; é um esforço de indivíduo que reconheceu o caminho a seguir e que deliberadamente por ele marcha sem que o esmoreçam obstáculos ou o intimide a ameaça; afinal o poderíamos ver como a alma que busca, após uma luta de que a não interessam nem dificuldades nem extensão. 

Agostinho da Silva, in 'Considerações'

O Tempo é o maior escultor e a maior resposta à verdade.
Numa prisão em Si, foi-se esquecendo do que é seu,
Viver à sua vida sem favores, num Bom Combate.
não pedir perdão para ser perdoado, mas para repor a verdade.

Setembro de 2012,

Tobias quis conhecer a Kitty e disse-lhe Hello.

Tobias de férias é uma fera quer conhecer toda a gente e toda a gente o quer conhecer, anda vaidoso pelo passeio. Quis ir dar uma volta de carro com a Kitty e os dois formam um belo casal (Kitty Tobias) que era o nome da minha filha quando tinha dois anos dizia que se queria chamar Kitty Tobias. E nós fazíamos-lhe a vontade em locais públicos chamávamos pelo seu nome Kitty Tobias! anda cá e alguns seres estranhos ficavam a olhar, não sei se era pelo nome se era pela sua resposta tão imediata, o que é raro nas crianças de hoje. 

Então, cheguei a uma conclusão é que nunca damos o nome aos nossos filhos que eles querem, mas o que nós queremos e esperamos deles, as nossas esperanças e as nossas frustrações e depois estranhamos quando nos respondem torto ou quando fingem que não ouvem. Estranhamos mais, quando um dia já não nos telefonam ou quando nos respondem não se preocupem comigo e vocês como é que estão. Aí começamos a perceber que estamos a envelhecer e que já não somos crianças, por isso acho melhor eu continuar a viver os meus sonhos por mais disparatados e anormais que sejam, assim vou no meu inconsciente sendo eu.