sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O Jogo é real ou uma fantasia do Ego

JOGO PATOLOGICO OU NORMALIDADE:


O Jogo é um problema onde vivemos as nossas fantasias ou a realidade. 
Ou, mais ainda, Onde andamos nós à procura do mundo perdido de WaltDisney-World ou será do Vale-Paraiso de Matrix?



Jogar é colocar algo de valor em risco na esperança de obter algo de maior valor.  
Nem sempre esta definição está correcta, disse quem disse e têm valor mas é questionavel.

Jogar pode ser lúdico, social, recreativo, profissão e até uma Adicção. E têm vários aspectos culturais.

A CiberPsicologia veio alterar a realidade virtual e a normalidade. A forma como se enquadra no panorama actual é sem duvida o futuro do futuro. Matrix já esteve mais longe e as infinitas possibilidades de ajuda, até ao infinito e mais além (Toy Story). 

No DSM-V, o Jogo já não aparece como acto e ou comportamento ilegal nos Critérios de diagnóstico. Portanto será necessário ter cuidado ao abordar  este tema falando apenas nos aspectos patologicos do jogo. O mesmo será dizer que em estudos os gráficos que aparecem são logo a partida enviesados por se considerar jogar uma patologia. Erro grosseiro que não deve ter sido do SPSS mas do questionário. A pragmática da questão pode-se ser levantada.

Qual é o verdadeiro valor de uma acção quer na compra quer no uso de uma raspadinha? 
O Monopólio é um jogo que pode demorar quantas horas? 
O Domino joga-se a dinheiro e é um jogo de sorte ou azar?
Pode um canal publico oferecer dinheiro por uma chamada em milhares?
O jogador de Dostoevsky está de volta.

O bingo e os casinos já são virtuais e estão abertos 24H na NET.
Os Jogos Olimpicos são jogos da Verdade ou são profissionais?
Há Doping no Desporto?

Com as mudanças tecnológicas e novos paradigmas, novos modus vivendi, as leis procuram se ajustar contra a corrupção e os mercados paralelos. As legislações lutam pelo domínio das causas e pelo poder da coisa em si e tentam minimizar a perda de controle. Justifica-se assim prevenção e os alertas. 

O Jogo online, interactivo, remoto ou via internet é uma forma de jogar através do telefone, telemóvel, Tv interactiva, internet ou outra modalidade que permita acesso não físico ao local de apostas. 

Gamers: “jogam compulsivamente online, até exclusão de outros interesses, de forma persistente e recorrente….. Sem ser a dinheiro. 

O Jogo patológico é caracterizado por uma contínua ou periódica perda de controlo em relação ao jogo; uma preocupação em jogar e obter dinheiro para jogar; por pensamento irracional e manutenção deste comportamento apesar das consequências adversas.

Comportamentos Tipicos:
Muitos deles possuem fortes distorções ao nível do pensamento (negação, superstição, híper-confiança, sensação de poder e controlo sobre o jogo), sendo o dinheiro a causa e solução dos seus problemas. 
Alguns são impulsivos, competitivos, enérgicos, inquietos, entendiam-se facilmente, preocupados com forte necessidade de aprovação de outros, generosidade extravagante (se ganham…).

No DSM-V, 2013 (Manual de Diagnostico e Estatística das Perturbações Mentais). A Perturbação ou distúrbio de jogo (Gambling Disorder) insere-se na Categoria: Adições e perturbações relacionadas (Addictions and related disorders) de ligeiro a severo em função da quantidade de critérios preenchidos. Classificado de ligeiro, moderado ou severo em função da quantidade de critérios. Com vários motivos e elementos comuns com o uso de substâncias psicoactivas.

É uma Adição/dependência comportamental (Behavioural addiction). Neste DSM-V o Jogo já não aparece como acto e ou comportamento ilegal nos Critérios de diagnóstico.

CARACTERISTICAS e CRITÉRIOS de DIAGNOSTICO:
1. Aumento das apostas para obter mesmo estado excitação.
2. Irritável ou inquieto se tenta parar ou reduzir.
3. Tentativas sucessivas para reduzir/controlar jogo sem sucesso.
4. Preocupação frequente com jogo (arranjar dinheiro, reviver experiências de jogo, planeamento de jogadas..).
5. Aposta como forma de escapar a humor disfórico (culpa, ansiedade, depressão).
6. Tentativas persistentes de resgate (recuperar o dinheiro já perdido).
7. Mente na tentativa de branquear envolvimento no jogo aos próximos.
8. Prejudicou ou perdeu relações significativas, empregos ou carreiras académicas por causa do jogo.
9. Recorre a outros em situações dinheiro desesperadas por causa do jogo .

Especificidades dos jogos de Sorte ou Azar:
1. Depois de perder dinheiro no jogo, retorna frequentemente no dia seguinte para recuperar o dinheiro perdido;
2. Contar com outros para prover dinheiro, no intuito de aliviar a situação financeira desesperadora por causa do jogo.
3. Cometer actos ilegais como falsificação, fraude, roubo ou desfalque para financiar o jogo;

Nova alinea: todas as respostas estão correctas?

Quem nasceu primeiro o Ovo ou a Galinha?
Mas não respondam a essência do problema se está no jogo ou na personna. (Igual ap Alcool, se o problema está no álcool, todos são álcoolicos, o que é uma falsa crença.)
Outros Problemas – Associados:
Algumas estudos científicas indicam que o jogo patológico é uma adicção, muito semelhante as DQ (Dependências Químicas). Foi identificado em alguns jogadores patológicos um níveis de noradrenalina mais baixos que em jogadores normais, provavelmente por dessensibilização dos receptores de catecolamina. Noradrenalina e dopamina são secretados em resposta a eventos stressantes e excitantes, causando sensação de alívio e prazer diante de sucessos, mas jogadores patológicos precisam jogar cada vez mais, e com cada vez mais riscos, para obter o mesmo prazer que jogadores ocasionais. Esse mecanismo é muito semelhante ao de dependência química.


Torna-se difícil, principalmente quando se diz Eu não tenho um problema. Ah, não? Então não crescemos nós a jogar, não aprendemos nós a jogar. Não é a interacção do jogo que saímos do nosso egocentrismo e que nos desenvolvemos. Então quem criou o problema?





Muitas das referências deste trabalho são retiradas de um trabalho do Psicologo Pedro Hubert, estudos e dados de 2013.

AC.,2015

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

COACHING & POKER - Relação e Mudança


Esta abordagem visa alertar para a seriedade do assunto do "Coaching" que na minha opinião tem vindo a ser banalizado ou está apenas desatualizado.

Na Escola temos várias disciplinas e para isso temos vários professores.

Portanto o caminho certo é uma Escola e o trato Académico que este jogo da Mente e das Emoções - O POKER - requer por isso escrevo sobre este tema, abordando com profissionalismo um tema para quem trabalha com profissionalismo, brio e integridade.
No Coaching existe uma relação Terapeutica? As teórias explicativas do fenómeno sobre a relação terapêutica encontram uma resposta comum e central que vai ao encontro da hipótese levantada “Como funciona a relação terapêutica e a sua importância” de que é a relação terapêutica e a forma como ela se estabelece a peça fundamental em todo o processo para se efectivar o processo de motivação que leva a mudança e em que o terapeuta (coaching) desempenha um papel activo.

Pelas várias perspectivas teóricas o mesmo comportamento pode ter origens e motivações diferentes e podem ser entendidas tendo em conta o tipo de pessoa e em que situação se encontra. Os métodos de avaliação da personalidade são também eles alvos de controvérsia.
A problemática envolta nas abordagens, levanta as seguintes questões: Qual a mais eficaz? Qual é a que vai ao encontrar do individuo? Como é que ele se estrutura nesse encontro? Como se torna ele próprio com sentido de vida e nos seus objectivos? Todas estas questões encontram uma resposta comum e central, a relação terapêutica. A relação terapêutica parece ser uma peça fundamental em todo o processo. Mas talvez seja melhor ficarmos pelo veredicto do pássaro dodo de Alice no País das Maravilhas.
Entre algumas, encontra-se a Psicologia Humanista, abordagem não-directiva, tem como conceitos fundamentais: o Método Fenomenológico, a tendência actualizante (a motivação é construtiva, para o seu desenvolvimento enquanto pessoa); a não-directividade. A relação terapêutica e o processo de mudança – A compreensão empática (sem preconceitos), o olhar positivo incondicional (redução das experiências ameaçadoras) e a congruência (não estar preso a sua rigidez). A aceitação do outro; centração no sujeito; empatia; não directividade; compreensão. Há portanto que ter confiança no individuo, escutá-lo plenamente numa atitude compreensiva e respeitosa, que lhe vai permitir desenvolver todas as suas capacidades. A existência individual caracteriza-se em cuidado, construção e responsabilidade, na medida em que indivíduo cuida de sua existência procurando conhecer-se e compreender-se na relação com o outro. Em quatro dimensões: Física, Social; Psicológica e Espiritual.

“Não preciso de terapia” é uma afirmação muitas vezes ouvida no meio. Tal como «Coaching para quê?» e que levanta a questão da motivação para o processo de mudança e do estabelecimento da relação terapêutica, e ainda, da questão quem são na realidade os que mais precisam dela, os mais necessitados, e qual o papel do terapeuta, Vous ête engagé de Satre parece uma afirmação pertinente para o processo de mudança se poder realizar.
As abordagens motivacionais preocupam-se com a mudança e a sua manutenção. O que é a motivação? As estratégias de Mudança encontram-se hoje bem explicadas pela Intervenção Motivacional. O Modelo Transteórico de Mudança de Prochask e DiClemente fala-nos da mudança numa perspectiva de abordar as fases com as técnicas correctas para o individuo. Percorrer desde o estádio de pré-contemplação, contemplação, determinação, acção e manutenção. A acção de mudar, habitos ou manter niveis de eficácia, cria stress e envolve processos que podem desencadear em determinados indivíduos estagnação ou actividades deslocadas. Este modelo visa a adaptação das fases de forma a concretizar os objectivos.
A grande descoberta da empatia parece ser o caminho essencial para uma boa relação terapêutica, a abertura da porta que não se queria abrir. A melhoria dos instrumentos de diagnóstico e dos instrumentos de avaliação bem como a evolução das técnicas contribuíram para uma intervenção terapêutica a níveis nunca antes alcançados. A relação terapêutica parece assim ser fundamental para o sucesso do processo de mudança, e a confiança parece ser a mãe que alimenta tal como a mão que cura.

O coaching Mental não têm um único objectivo, o de ganhar, nem se associa ao que é _aprender" a jogar. Ou acreditamos mesmo que só aprendemos por imitação e depois por desenvolvimento. O Poker têm muito mais variáveis desde disciplina, auto-gestão, muitas horas de trabalho isolado, regras e estilos e mais muito mais. O Coaching Mental-Emocional são formas de prevalecer na actividade de forma natural e motivado. Este pequeno artigo visa questionar a efectividade da actividade denominada Coaching-Desporto (Numa classe Profissional de jogadoes de Poker, que não se enquadra de certeza nos traders). Uma coisa é ensinar a jogar e isso é um treinador, mas um coaching é um titulo/pratica que vai muito mais além.
Uma sessão de coaching é um tema mal utilizado neste contexto, pois uma aula é de estudo e mesmo que seja inter-activa é apenas uma sessão de estudo que não se enquadra no termo Coaching actualizado as novas realidades.

Atenção! (vejo na Net "gente" a pedir coaching sem saberem a quem?) O coaching não pode ser um tabú, escondido mas na realidade e necessidade de manutenção e crescimento de uma actividade profissional tão exigente.Qquem têm formação para tal e capacidades para tal, Profissionais liberais? podem, dá-se ou vende-se "coaching" pelos resultados.
A credibilidade não está associada só aos resultados e há treinadores que são melhores a fazerem o que sabem e que adquiriram formação para tal e que são melhor do que quando jogavam a bola.
Já passamos há muito os tempos onde os treinadores eram os bons jogadores. Hoje com as novas necessidades temos que ir muito mais além .....


AlmaCarvalho.


Álvaro Carvalho, Fev. 2015

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

POKER & COACHING – Mental

POKER & COACHING
COACHING – Mental
Coaching (Psicologico) para Jogadores (desportistas)

O que é o Coaching Mental para jogadores (desportistas)?
Existem muitos tipos de Coaching da mente, ou Mental Trainer’s, ou ainda treinadores psicológicos de jogadores. O nome pode variar mas a sua actividade incide sobre os aspectos emocionais e psicológicos que o jogador atravessa e que podem afectar as suas performances.

Quem pode dar Coaching? Consultores de Psicologia e Terapeutas.

Na história do desporto são muitos os mitos e os factos. Todos nós nos lembramos, os mais velhos, de um atleta de Alta competição do atletismo chamado Fernando Mamede, treinado pelo Prof. Moniz Pereira que também treinava outro grande atleta de nome Carlos Lopes que foi campeão Olímpico na Maratona de Los Angelos em 1984 e medalha de prata nos 10000 metros em 1976 em Montreal. Mamede foi recordista do mundo dos 10000 em pistas entre 1984 até 1989, mas nunca foi medalha olímpico apesar de ter participado em 3 Jogos olímpicos e nunca foi campeão europeu ou mundial da distância. Ao contrário de Carlos Lopes. O que distinguia então estes dois fundistas nos seus feitos. Mamede muitas vezes ficava para trás logo no início da corrida quando era tido como favorito.

Então, O que lhe acontecia? Acusava em demasia a pressão do momento.
Sobre estes aspectos fisiológicos falaremos mais a frente de como a mente e o emocional se interligam e influenciam nas tomadas de decisão a curto e a longo prazo, bem como afectam as respostas musculares e fisiológicas de um organismo.

Muitos dos grandes atletas hoje reconhecem a necessidade de ter um “Mental Coaching” para poderem manterem o equilíbrio sobre as várias pressões exercidas sobre eles: A exemplo:
Tiger Woods tem um. O mesmo acontece com Andre Agassi. Quase todos os pro-individuais ou em equipa têm, nos dias de hoje um treinador ( Mental Coaching) para desportistas. Sendo a especialização na área do coaching pelo terapeuta associada a eficácia.

Vamos então ao que nos trás aqui e relacionar e focar-nos em duas variáveis POKER & COACHING.
Vamosssssssssssssssssss

Aqui se inicia parte de um processo e de um projecto que cria a associação entre o  Tema POKER & COACHING MENTAL e vai sendo abordado, desfolhado, sobre a sua importância e necessário enquadramento funcional de ter um Coaching Mental para Jogadores de Poker. Qual a sua eficácia e objectivos.

As melhores estrelas, os melhores estão em cima e ganham mais vezes. Mas quem são os melhores? e o que fazem para se manterem em forma física e psicológica e para garantirem o seu sucesso a longo prazo. Eles já estão bem. Mesmo ótimos. Alguns são all-stars e superstars e Super-Nova.
Por que é que "eles" têm ou precisam de um treinador para os aspectos psicológicos? Eles querem manter sua excelência. E, eles querem ficar melhor, ainda melhor. Eles querem também saberem lidar com o sucesso ou com o medo do sucesso, e com o fracasso e com a frustração. Porque eles sabem que os seus adversários têm essas forças e novos desafios vão surgir. Tenho que ganhar! Como foi possível Usain Bolt falhar naquela final olímpica dos 100 metros. O recordistas do Mundo o atleta invencível, falhou. Qual é o peso deste
acontecimento nos eventos futuros? Nada foi deixado ao acaso e 4 anos depois ele foi campeão olimpico, Coaching, muito coaching.

E os Mestres do Poker têm Coaching? O POKER com actividade Profissional evoluiu tanto em tantas regiões do mundo que os melhores procuram ajuda para se manterem focados e em forma física e mental ou psicológica para enfrentar os altos níveis de ansiedade e de stress nas mesas envolto dos grandes torneios. Hoje um profissional procura ajuda de um profissional. Alguns até têm aprendizagem a nível de hipnose e treinam com um coaching e não com um amigo, os Tells, os Tilts, as Bad-Beats e as reacções emocionais. Quem viu o EPT de Praga 2014 onde S. Garner não largou a sua postura “militar” na FT até ao final. (no Heads up ouve variânção de alguns movimentos, por explicar) Olhar no vazio e costas direitas e sempre o mesmo tempo para pensar seja nos folds ou nos calls ou Raise. Aquilo é treino senhores, muito coaching.

Os desportos da Mente, tal como o Poker têm muitos factores de stress envolvidos bem como de pressão do momento. Todos esses factores vão se acumulando no dia-a-dia e etapa a etapa. Aquele que ganhou um BIG vê-se na expectativa sua e dos outros de continuar a ganhar. Mas o que lhe acontece sobre pressão. Não estamos no campo psicológico de ligar isto apenas as bad-beats mas vamos muito mais além, no campo psicológico do inconsciente que comanda muitas das nossas acções no dia-a-dia e que participa de forma activa nos nossos comportamentos.
São vários os motivos porque os desportistas recorrem ao Coaching Mental (psicológico) e é um conceito muito amplo. As vezes querem um profissional que os ajude a tornarem-se mais fortes psicologicamente, falam dos seus medos (já vi jogadores fecharem os olhos e rezarem, já vi jogadores fugirem para um canto da sala quando estavam em All- IN, Já vi o Mamede a correr para trás, entenda-se.

Talvez precise de alguém para o ajudar nas gestão dos seus negócios, um bom gerente de conta pode fazer isso e não um Coaching mas a terapia pode ajudar se tiver medo de gastar ou de perder o controle sobre o seu dinheiro ou sobre determinada situação. Aqui vamos até as fobias sociais em casos mais extremos.
Talvez apenas queira reduzir o stres, parar um mau hábito, ou uma dependência, ou até superar um medo ou fobia. O Medo do primeiro momento, o medo de voltar acontecer o mesmo, o medo de não ser capaz ou de entrar em completa euforia depois de uma vitoria e só se aperceber uns meses depois que já passou.
Pode até precisar e querer melhorar as suas performances nos desportos competitivos e o poker é um jogo competitivo onde a mente têm um desgaste grande pois requer factores psicológicos de Atenção, Memória a curto e longo prazo, Aprendizagem, Tomada de decisão, raciocínio rápido e calculo matemático. Todos estes factores acontecem no seu cérebro e estão em constante mutação e interligação entre si.
E depois ainda há o controle emocional. Sim as Emoções comandam a acção porque nos novos paradigmas chegamos ao ponto onde já entendemos porque Descartes nos “mentiu” não é «Penso logo existo» mas sim as «Existo logo penso» segundo Damásio e colegas da actualidade os processo mentais evoluem pelo QE (Coeficiente Emocional) e não tanto pelo QI.
Seja qual for o seu motivo para a procura de um treinador, de uma forma ou de outra, ajudá-lo a treinar o seu cérebro. A manter o equilíbrio.
A obter a sua motivação. O jogo mental engloba todos e são muitos os factores psicológicos que podem imaginar nas coisas do dia-a-dia bem como em negócios, nos desportos e na vida.
Um Coaching Mental (treinador para jogos mentais) pode ajudá-lo no POKER? SIM                                                                                                                        
Álvaro Carvalho. 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Só podemos Ajudar - Nós Vamos Ajudar

Tal como na Vida, as coisas e as nossas vidas vão mudando, por vezes sem sabermos como, ou mesmo sem o percebermos, "algo" acontece. 
As vezes os nossos sonhos mudam, sentimo-nos presos ao sentido que a vida tinha, baseada no sonho que a alimentava e a motivava. E agora? 
Hoje, muitas coisas aconteceram e sem sabermos o quê, dormimos na nossa ignorância. Agora, urge sermos quem somos, aprender a aceitar. -Aceitar- uma palavra  tão cheia de dor e de coragem.
Acho que a vida têm uma pergunta para todos nós: - O que podemos dar à vida com as nossas capacidades e não com as nossas limitações? Muitas vezes a nossa capacidade de resiliência é posta à prova e a vida renasce (tal Fénix - ϕοῖνιξ) e prevalece no tempo, nuns breves instantes tudo pode mudar, por isso a nossa vida é feita de momentos como estes, onde juntos podemos aprender a aceitar as várias realidades. e dar sentido a vida. 
(AC). 
Vamosssssssssssssss

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Onde estão os miudos?


Onde estão os miudos? 
As coisas andam estranhas cada vez mais. O Mundo anda preocupado com a fome, com a guerra, com o buraco económico, com o clima. Mas no dia a dia cada vez mais percebo porquê. 

Quando vejo crianças a rasparem "raspadinhas" e a venderam nos cafés, jogo "legal", e os pais sentados a dizerem vês ganhamos X/y euros, e são eles que vão pedir ao balcão: - dei-me mais uma. Nas festas das vindimas vi pais a oferecer álcool aos filhos menores e aos seus amigos, vi miúdos e miúdas de 12-13 anos nas barracas a beberem shoots e outros em becos escondidos. 

A Director de Turma da minha filha acaba de ter tido uma conversa com os alunos sobre o não beberem "demais" e os cuidados que devem ter e também sobre as saídas à noite. Falou com eles como se andassem todos a beber com normalidade. Um professor pode ter um dialogo destes com os alunos, não é proibido os menores beberem? 

O sistema de Educação está estranho, vou ter que fazer algo sobre isto. Nem quero acreditar e depois a maioria dos pais aceita isto? Onde andamos e o que andamos a fazer para o mundo em que vivemos. 

Eu devo ser de outro planeta.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Um Robinson nunca está só! nem á Sexta-Feira!

Ainda nem o dia tinha começado, já o sabia de côr. Saiu sem dizer nada e não via ninguém. depois com atenção reparou que estava numa ilha, na sua ilha. 
O Mundo tinha fechado. Lembrava-se vagamente de naufragar e que tal como um naufrago tinha sido salvo por uma onda qualquer. Ainda senti-a o cheiro das algas e o Sal na boca. Vagueou pela areia e entre rochas na praia foi vigiando o seu mundo para sobreviver. 
Os dias cansaram-se dele e a noite não lhe fez companhia. Com o tempo não foi esquecendo, foi tendo saudades e queria partir para poder voltar. Aprendeu a ouvir o silêncio, os seus pensamentos não falavam. As vezes vinham memorias que traziam imagens sem legendas, sem som. Por vezes desejos e fantasias do que poderia ser. Outras nem por isso. Fez o tempo sentir-se perdido e as horas perderam o sentido. As vezes parecia ver algo parecido com alguém ou ouvir. 
O seu desejo de sair da Ilha não se fazia cumprir. Fez uma canoa, mas não havia direcção. Tentou voltar e voltou, um dia, ninguém sabe como, mas voltou. Nem o próprio quer contar, diz apenas que: - voltou. A sua sede social rapidamente secou e voltou a nado para a sua Ilha. Diz que gosta de lá estar. É só ele e o Mar.

Ser Eu mesmo é  gratificante.

domingo, 31 de agosto de 2014

O Futebol devia ter Legendas


Tirem o narrador e ponham legendas:


Eu raramente falo de bola mas depois do bom jogo que vi entre o Braga X Estoril, e depois de me terem perguntado pelos senhores do apito. Eu respondi que estavam lá mas que não jogaram, mas e, até, que tive que aprofundar mais esta temática tão polémica das arbitragens e assim: 

Estive aqui a pensar este tempo todo e fui rever as imagens e reparei que dos Senhores do Apito, só um é que apitava, devia ser o único que sabia, os outros devem ir para aprender com ele, (na Marinha também era assim só um é que apitava era o Cabo da guarda e estavam lá mais, mas esses ainda não podiam, hierarquias) Eles estavam lá e vestidos de igual e dois deviam ter um problema pois falavam por bandeiras. Ou era mesmo um problema de articulação de palavras ou então estiveram na Marinha e sabiam o código de bandeiras, talvez houvesse espiões no estádio a estudar as estratégias e a tirar notas. 
Porreiro mesmo, foi numa coisa que reparei é que eles podem ouvir musica nos jogos pois tem auriculares, boa. 
E, até te digo mais, acho que deviam ter um transporte para apanhar pois estavam sempre a olhar para o relógio. e os jogadores também preocupados com eles faziam-lhes sinais e apontavam para o relógio - Tipo: - Vê-lá que ainda perdes o comboio!. Houve até um Senhor que pegou numa placa e levantou-a bem alto e lhes mostrou que faltavam já só mais 4 minutos para o comboio sair. Foi digno e como os jogadores não paravam de jogar, (como nós, quando éramos miúdos e jogo só acabava no dia seguinte) e eles, mesmo tipo de amizade, ficaram lá mesmo lá, até ao final. Eu acho que eles perderam o comboio pois ainda foram cumprimentar alguns deles e depois dirigiram-se para um túnel que devia dar acesso directo aos comboios, como nas estações. Tudo pessoal amigo. 
Assim eu gosto de ver bola com solidariedade e seriedade. Houve até um jogador que caiu e foi logo uma data deles para o ajudar e segue o jogo, até macas havia, tal como na rua quando alguém tropeça num degrau da vida todos o ajudam, espectáculo.
A única coisa que eu achei mal foi o jogo não ter legendas, eu acho que os jogos de futebol deviam ser legendados porque nem todas as pessoas sabem ler nos lábios. Havia um narrador que opinava muito e ia estragando a história com comentários sobre faltas e que me parecia que não estavam ali por bem, mas para fazer a sua história, parece que assim também tem sido os factos não contados da nossa historia, depende do narrador. Com legendas era muito melhor, deviam pensar nisso a sério. 
E depois há coisas que não se explicam, aceitam-se porque sempre foi assim, convergentes.

E um vida sem regras tal como no futebol podia resultar um problema de termos uma generalização Global onde o mapa mundo não tinha cores.

Vamosssssssssss.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Qual é o seu Banco?


Num dia perto de si e nem dá pelo momento

Para quem de saber aqui esta uma pequena explicação da verdadeira expressão "O porquinho está cheio". por coincidência o mealheiro do BES era um porquinho! As coisas que os Banqueiros sabem, porque a matemática explica e depois têm que sair. não ha volta a dar se não fabricar uma crise. 

Qual é o seu Banco?

Neste momento por todo o lado está a acontecer este anuncio da Rússia de não fornecer mais nada para fora como forma de reagir as sanções, são chamadas de estratégias de contenção e de aprovisionamento de mantimentos, o que pode ser muito preocupante. Alerta passou a codigo laranja e nós não vemos nada. 

E continuamos a depositar as nossas vidas nos bancos e nos estilos. "Os ricos que paguem a crise" Qual a crise? É um problema mundial e grave. A Economia já não sabe sê-lo (ser económica) e o mercado que atingiu o fecho e tudo se explica devido a função exponencial que dá ordem ao crescimento natural: (A função exponencial é uma das mais importantes funções da matemática. E pode ser definida de duas maneiras equivalentes: a primeira, como uma série infinita; a segunda, como limite de uma seqüência). 
Neste momento é preciso instalar uma doença para manter as pessoas calmas e vêm o Ébola ou mais guerras que tem já por si vindo a aumentar.


Agora se quiserem perder uns minutos a entender o significado da vida, e o rumo que as coisas estãoa tomar é simples.

 http://youtu.be/F-QA2rkpBSY

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Recensão Critica

file:///C:/Users/Alvega/Downloads/1601-5601-1-PB%20(1).pdf

RECENSÃO

Álvaro Augusto dos Santos Carvalho


Resumo


Psicanálise. Joaquim Seabra Dinis. Biblioteca Cosmos; Direcção de Professor Bento de Jesus Caraça (da Universidade Técnica de Lisboa); Nº. 76/77 – 1ª Secção – Numero: 39/40 – Ciências e Técnicas – Ciências Psicológicas e Sociológicas; imprimido ao 19 de Janeiro de 1945.

http://revistas.ulusofona.pt/index.php/afreudite/article/view/1601

terça-feira, 17 de junho de 2014

Deixei de jogar porque não consigo passar de nível



Deixei de jogar porque não consigo passar de nível: 


Assim me apareceu na consulta.
Preciso de ajuda, tenho estado a jogar um jogo! Ah, então temos …, eu ia dizer um problema, mas contive o meu impulso, naquilo que eu achei ter encontrado para explicar a sua euforia, ele substituiu uma coisa por outra, então depois desta reflexão onde me vale a experiência, apenas disse num tom de levantar a dúvida ao mínimo, como se não tivesse a compreender: Ah, um jogo? Então, na minha perspicaz e lúcida dedução, pois é com muita confiança que faço as consultas e estudei bastante para poder compreender e predizer comportamentos, na minha arrogante astúcia dou por concluído que ele estava a precisar de ajuda. 
São poucos os que chegam à consulta neste estado de Determinação, a quererem fazer algo para mudar um comportamento, com o qual tem dificuldade em lidar. Sendo, que por vezes, há uma realidade não acessível, latente, que nas maiores partes das vezes e dos casos, quem tem mais dificuldade em lidar com esse comportamento, que se chama problema, é a família ou alguém próximo. E, o não identificar este problema, ou seja que há um problema, chama-se negação, ou que estão doentes. 
Os próprios, mesmo que não tenham reparado nos problemas que têm com isso, mesmo que o seu trabalho seja ingrato, não seja por vocação mas por necessidade, o que pode fazer que, o Eu entre em conflito e provavelmente doenças somáticos. São levados a acreditar que há um mundo melhor, de gratidão onde o Eu se satisfaz nas banalidades do dia-a-dia, sem causa um homem não subsiste, o Eu não se alimenta e regride naquilo que pode vir a ser ou a se desenvolver numa patologia, Esquecido de si, o Self neste conflito existencial, entre aquilo que virá será sempre melhor que aquilo que se tem, por isso só por hoje fica satisfeito na dúvida do sentido, não vá o diabo tecê-las e ele parecer um louco perdido de sentido. Não há justificações, nem tempo para ouvir um homem nas causas, não há causas. Trata-se o Breve em Terapias e depois se a remoção do sintoma der lugar a outro chama-se substituição, e não há cura pois todos podem voltar ao comportamento anterior. Como se isso não fosse óbvio e humano, também se chama processo de recaída a dificuldade de mudança para a “terra prometida”, vais ver que vão gostar mais de ti, que vais-te sentir melhor. Que sentes? Que raio, posso eu sentir, a não ser emoção e a expressá-la, não a quero classificar, não posso, não consigo, não quero. Ah, ponto de exclamação, então temos birra, um Rei Bebé em acção, não se pode agarrar querendo explicar o que é natural, para poder fazer parte de um qualquer relatório, ficar esquecido pelo pó, num arquivo. Neste espaço onde revejo técnicas apreendidas continua a terapia. Bem, disse eu, então compreendi que precisas de ajuda e que é por causa de um jogo. Sim, disse ele com um olhar algo estranho de quem está com pouca paciência e acrescentou, é por causa de um jogo, que me deixa fulo, andava eu todo contente, divertido a jogar, quando dou por mim a ter um problema. Não consigo acho que o sistema está viciado.
O sistema viciado?
Ah, Sim! disse eu, e como é que isso te afecta? Esqueces-te de fazer as coisas necessárias, básicas, como comer, ir a rua, brincar, estar deitado sem fazer nada, de estar com amigos, sexar, amar e ..... e aí "ele", que não sabemos quem é, levantou as suas orelhas e franziu as sobrancelhas e eu pensei, “Eureka, quando caí do sofá” como se tivesse acertado em cheio no seu vazio, que o tinha confrontado com a sua impotência perante o seu comportamento, onde ele se sentia preso numa teia, tecida por ele mesmo. Veio-me a memória um Kuan oriental que diz “Tu és a solução para os teus próprios problemas”. Então pensando ter aberto uma porta aberta, perguntei-lhe com comoção na voz, directo ao assunto como uma seta em direcção ao alvo, na muge. Então! por que não paras? Aí surgiu e mostrou-me um ar suspeito e desconfiado e respondeu, Mas como sabes que eu não parei? Pronto! pensei eu de mim para mim, temos confusão, voltou para Contemplação. Não sei, eu apenas perguntei. E refiz a pergunta como mandam os cânones, então diz-me lá o que se passa com esse problema como o jogo, paras-te ou não paras-te? Ou estás a ter dificuldade em parar. A perspicácia tomou conta da sua certeza e disse-me logo, sem hesitação e algo zangado, que não falou de problema nenhum, e que apenas disse era que precisava de ajuda e que eu o estava a deixar confuso. 
Eu? aí identifiquei Negação e vi logo que estávamos com um problema e que se ele não me podia ajudar então era difícil identificar o problema e a mudança necessária para o fazer. Ele, também confuso perguntou-me: mas tenho que mudar de comportamento? Sim, claro! como queres mudar algo que não te está a fazer sentir bem, estás com raiva? Estou? Perguntou-me ele, ainda mais confuso e surpreendido. Então, se eu peço ajuda é porque estou com um problema que não consigo resolver. Lindo “menino”, claro e fiz-lhe um elogio, algo que não se faz em terapia mas que aqui não é desaconselhável pois mantêm o paciente mais submisso ao que eu prefiro chamar de rendido. Esta, talvez tenha sido a consulta mais difícil de ter e parece que estou num beco sem saída, dissemos ambos sem mesmo o dizer um ao outro. 
Boa, reflecti eu, estamos a ir bem, fala lá então de ti. Bem o problema é que no jogo, não consigo passar de nível, não consigo mesmo, nem sei como se faz, não conheço ninguém que jogue a isto e estou stuck, deixei de jogar porque não consigo passar de nível. 
Será que me podes ajudar a passar de nível ou explicar como se faz, tenho aqui a aplicação. Então entendi tudo, andava a jogar Poker e nõ queria levar "pissadas" ou seja apenas ele queria ganhar com a sua mão que ele achava ser a vencedora, no nível seguinte, um dia, talvez um dia ele aprenda que a frustração faz parte tal como as alegrias. Mas parece que ele valorizava mais as "derrotas" ou seja quando as coisas não corriam bem, ou seja como ele esperava ou queria e esquecia-se do que há jogo até ao fim, tal como a vida, é por isso que aparece o river, algo que lá para os lados do Texas todos queriam atravessar sem problemas e outros preferiam evitar, porque tinha muitas correntes e mudava a sorte dos que o queriam atravessar. É que do outro lado estava novas perspectivas de futuro, terras prometidas e outras mãos. Chegou muitas vezes a perguntar como é que o outro com aquela mão que ninguém joga, ninguém? então para que existe todas as combinações possíveis e probabilidades com 52 cartas saídas de um baralho sem saberem ao que vão. Muitas vezes "ele" disse «Tas a pagar com o quê?» ou Donk ou tatatitata... Chateou-se com as cartas, chateou-se cm ele, zangou-se com amigos. Chateou-se com o jogo e aprendeu a não desistir e a ser humilde, e a confraternizar e a não transformar um jogo numa batalha pessoal, passou a respeitar. Aprendeu que as pessoas são diferentes e vêm as mesmas coisas de forma diferente e que também acreditam em coisas e causas diferentes. Passar de nível para "ele" era começar a ganhar mais e de tão cego que estava que não se apercebia que já estava no nível seguinte com tanta aprendizagem. Pronto podes ir, hoje não há mais consulta. 

Notas: Qualquer associação a lugar, pessoa, ou jogo é uma mera coincidência desta imaginação.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

o que é diferente? ou igual?

Não sei o porquê mas nunca fiz algoque não fosse eu. Sou é estranho para a normalidade que fui tendo na vida. Hoje na que tenho, sou menos estrangeiro. 
Não tenho uma cor preferida. Não tenho partido. Não me diz nada o falar por falar. Farto de me rir, sozinho. Também falo sozinho. As vezes não tenho nada para dizer e noutras não faço nada. Consigo estar sem pensar, demorou muito mas aprendi. Jogo sempre para ganhar. Não gosto de ser diferente nem igual. Tenho dias onde não entendo nada. Nada do que as pessoas dizem parece outra linguagem. Não tenho um filme preferido nem um livro. Nem uma música. Não sou o meu carro ou a minha casa.

 As vezes sou um vagabundo da vida.

terça-feira, 27 de maio de 2014

O pecado não mora aqui


São poucas as pessoas com coragem para escreverem ou falarem do seu íntimo com verdade e sem vaidade. Primeiro porque temos medo do público, porque é de conhecimento público que o face é generalista e plural é um mural com moral onde tudo se regista mas nada fica. Post são comuns fazemos com que os outros se identifiquem ou não através de frases e conceitos teóricos mas na prática quem sabe ser o que É. 

As coisas simples são as mais belas! Mas do que estamos a falar quando dizemos coisas destas? Tenho momentos onde sei que tudo mas mesmo tudo é arte e uma sinfonia de sentimentos onde os sentidos se expressam por prazer. O melhor da vida o prazer e não estou só a falar de sexo mas do prazer. Aquele momento onde sabemos, mas sabemos mesmo porque sentimos que tudo está certo e como devia ser. Talvez o momento mais arrebatador da minha vida tenha sido e vai sendo o doce acordar e de me realizar no dia a dia mas há um momento onde tudo tem sentido que é quando: 
O momento mais bonito foi e é, quando no momento em que se sente o orgasmo, aquele segundos onde o tempo pára e se transforma em eternidade e se ouve ao ouvido, aí amor, duas vezes aí amor, nos braços de cada um, onde os dois são um só. Aí é o ponto G e sabemos que é a mulher da nossa vida. Esse é um amor único e diferente daquele em que se chama pela mãe. Aí minha mãe!