terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A Alma que queria ser um livro.


Sonhei que vivia num livro, nas memórias onde o tempo não se esquece de ser. 
Abri paginas da vida e ela brotou de mim linhas que separam espaços em branco com margens, pouco centradas diga-se em bem da verdade, onde nelas se escrevem entre sorrisos e lágrimas, coisa de mim, coisas de ti, coisas do dia a dia. 
Também, para que serve um livro fechado sobre si mesmo, onde as paginas não tem espaço em branco para se continuar a escrever as linhas da vida. Um livro, um sonho, uma vida. 
Um dia encontrei um sonho que vivia num livro esquecido de si mas que queria ser o livro dos sonhos.


Álvaro Carvalho, Fev, 2014

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